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Autor: Rádio Gaúcha
13/08/2013 às 13:32

Clientes e manifestantes acompanham reabertura do Mercado Público. 13/08/2013

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Pontualmente às 10h, o portão central do Mercado Público foi aberto, ato que oficializou a volta das atividades de 73 bancas do andar térreo. A Banda Municipal recebeu os frequentadores com músicas que tinham Porto Alegre como tema principal. Um palco montado no centro do prédio serviu de palanque para o discurso de autoridades, interrompidos por gritos de manifestantes.

Emoção

Menos de cinco minutos após a reabertura, todas as bancas já contavam com bom número de frequentadores. Permissionários, funcionários e clientes vibravam. 

- Abriu! O movimento está ótimo. Todo mundo estava com saudade ¿ relatou o permissionário Celso Marcadella.

- Muito feliz. Aqui é a nossa casa, nossa família. O pessoal chega com muito carinho pelos trabalhadores e pelo ambiente que é o coração do centro - emocionou-se o funcionário Daniel Souza.

- Fiquei tão feliz, mas tão feliz por voltar a fazer minhas compras... Que beleza. Isso aqui é a alma de Porto Alegre ¿ afirma a professora aposentada Milena Bonaldo.

Manifestantes

Pelo menos três grupos realizaram protestos durante a solenidade de abertura. Eram concursados que aguardam convocação para a Guarda Municipal, servidores municipais pedindo gratificações e jovens defendendo o passe livre para estudantes, desempregados, quilombolas e indígenas. Um manifestantes, mascarado, chegou a ser detido pela Guarda Municipal após subir na estrutura metálica do teto para realizar uma filmagem.

Prazos

A partir da abertura parcial, os esforços devem ser focados na normalização dos demais espaços. Ainda não voltaram a operar 29 bancas do térreo, localizadas embaixo do local onde o fogo causou maior destruição. O andar superior segue sem funcionar.

- A expectativa é de que a reabertura completa ocorra daqui a 10 meses - afirmou o prefeito da capital, José Fortunati.

Para que o prazo seja atendido, é necessário que os trâmites para a religação da energia no andar superior seja agilizada, além da construção do novo telhado. A necessidade de licitação para a contratação da empresa que realizará a reforma do espaço é discutida e ainda não há definição sobre o assunto. Através do PAC Cidades Históricas, o Governo Federal sinalizou a liberação de R$ 19,5 milhões.

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