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Autor: Rádio Gaúcha
20/06/2013 às 08:31

Mais de 700 prédios de escolas estão abandonados no Rio Grande do Sul. 20/06/2013

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"A escola foi fechada em 2007. Hoje está abandonada, com as portas e banheiros quebrados. As janelas foram destruídas, os vidros também estão quebrados. Nos fundos, o mato tomou conta da quadra de esportes"

O depoimento do Anderson Guerreiro se refere à escola Padre Broggi, em Pântano Grande, mas pode ser replicado por todo o Estado. No Rio Grande do Sul, há 708 prédios de escolas abandonados. São 708 espaços educacionais que foram fechados por falta de demanda e não tiveram um destino. Eles estão largados e alguns destruídos por ação do tempo ou do homem.

Prédio de propriedade do Estado pode ser vendido, desde que a Assembleia autorize, ou doado, como aconteceu com a Escola 9 de Julho, em Paraí, na Serra Gaúcha. O problema é que, segundo informações da Secretaria de Educação, a maioria dos terrenos não estão regularizados. O diretor administrativo, Cláudio Sommacal, explica que as áreas foram doadas já há muito tempo.

A maioria dessas escolas fica na Zona Rural, mas há exemplos em Porto Alegre. Na Lomba do Pinheiro, instituição foi fechada há seis anos e o imóvel está exatamente como foi deixado. Enquanto isso, o Estado gasta R$ 4,5 milhões por ano com aluguel de colégios e ginásios de esporte. O diretor Cláudio Sommacal diz que, nesses casos, não há alternativa.

Escolas em Caxias do Sul e Pelotas, por exemplo, enfrentam esse problema. A reportagem conheceu os dados por meio da lei de acesso a informação. Porém, um dado que o governo não divulgou é que, desde o lançamento do programa Otimizar, no ano passado, poucas das escolas abandonadas foram doadas.

Acompanhe o que diz o diretor administrativo, Cláudio Sommacal. 

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