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Autor: Rádio Gaúcha
16/10/2013 às 13:31

Sem medo da polícia, taxistas clandestinos atuam livremente na Restinga. 16/10/2013

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O maior de, pelo menos, três pontos de táxis clandestinos do bairro Restinga fica no Acesso P, esquina com a Estrada João Antônio da Silveira, que é a principal via do bairro. Normalmente, o ponto está cheio, com cerca de 10 carros disponíveis, das mais variadas marcas e cores. Há inclusive uma Kombi. 

Operando há quase dois anos, os veículos não possuem qualquer tipo de identificação e a presença da polícia, assim como dos agentes da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), não criam qualquer desconforto para os fora da lei. A atividade dos profissionais clandestinos também afasta a presença dos táxis regularizados na região. No ponto dos motoristas licenciados, localizado a 250 metros, geralmente há 3 ou 4 carros.

Para ser um taxista clandestinos há duas formas: pagar o aluguel diário de R$ 10 para um dos dois "chefões" dos ponto ou trabalhar para alguém que possua um carro no local. O rendimento é fixo e varia entre R$ 40 e R$ 120 por dia, dependendo da carga horária e do "patrão" - dono do veículo.

Nesta terça-feira, a reportagem da Rádio Gaúcha utilizou o serviço de um dos táxis clandestinos. Partimos do ponto onde ficam os veículos às 15h, na Restinga, e fomos até o Hospital Parque Belém, no bairro Belém Velho. Sem cinto de segurança e na velocidade média de 80 km/h, chegamos ao destino em 15 minutos. Se a reportagem tivesse utilizado um táxi regularizado, com bandeira 1, o valor cobrado seria de R$ 21; 16% mais barato do que pagamos.

Ouça um resumo da viagem e o relato do motorista que, sem saber que estava sendo gravado, explicou como funciona o esquema. 

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