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Autor: Rádio Gaúcha
21/10/2013 às 10:35

"O regime de partilha existe no mundo inteiro", diz o secretário de óleo e gás do Ministério de Minas e Energia. 21/10/2013

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O governo federal realiza nesta tarde o leilão do campo de Libra, o primeiro prevendo a exploração de petróleo e gás natural na camada pré-sal sob o regime de partilha (em que a União fica com parte do óleo extraído pelas empresas vencedoras). Por lei, a Petrobrás terá participação mínima de 30% no consórcio que vai explorar a área. Segundo a Agência Nacional de Petróleo (ANP), a exploração do campo de Libra deve dobrar as reservas nacionais de petróleo - a 

estimativa é que o volume de óleo recuperável seja de 8 bilhões a 12 bilhões de barris - as reservas nacionais são hoje de 15,3 bilhões de barris. 

Para o secretário de óleo e gás do Ministério de Minas e Energia, o número de empresas que participarão do leilão não foi maior por uma questão de estratégia das companhias. Marco Antonio Almeida destacou que o modelo de gestão partilhada foi aprovado pelo Congresso Nacional após mais de dois anos de debate em audiências públicas.

"Na região do pré-sal os riscos são muito menores as descobertas são muito maiores. É natural que os países adotem regime que favoreça um pouco mais ao executivo e um pouco menos às empresas, e isso ocorre em todo o mundo. O regime de partilha existe no mundo inteiro". 

O leilão do campo de Libra é motivo de protestos no Rio de Janeiro. Sindicalistas e ativistas de movimentos sociais estão concentrados próximo ao Hotel Windsor Barra, na Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio, local do leilão. 

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