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Autor: Rádio Gaúcha
28/10/2013 às 09:30

Órgãos ambientais são cobrados, porém não recebem investimento, diz presidente da Fepam. 28/10/2013

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O presidente da Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam), disse hoje que é preciso investir mais nos órgãos ambientais do Brasil. Em entrevista ao Gaúcha Atualidade, Nilvo Luiz Alves da Silva destacou que mesmo 40 anos após a criação da Política Nacional de Meio Ambiente, as instituições da área ainda não estão estruturadas. 

"É um problema de política pública, é uma certa irracionalidade nas políticas públicas do Rio Grande do Sul. Não é deste ou daquele governo. Não investimos nos órgãos ambientais, mas cobramos performance. Vamos cobrar, mas vamos dar as condições para que eles possam de fato trabalhar".

O presidente da Fepam citou dados do Tribunal de Contas do Estado (TCE), segundo os quais o governo investiu R$ 33 mil em 2010. 

"Em 2010, paralisamos toda a rede de monitoramento da qualidade do ar. Levou três governos para montar e a rede não funciona mais por falta de manutenção". 

De acordo com Nilvo Silva, o investimento na Fepam no governo Tarso Genro tem sido da ordem de R$ 2 milhões por ano. O presidente da Fundação destacou também os recursos garantidos pelo Banco Mundial para o Sistema Integrado de Regularização Ambiental do Rio Grande do Sul. Conforme Silva, o projeto prevê a informatização completa dos processos de licenciamento. Serão investidos R$ 9 milhões em quatro anos. A expectativa é que, em 2017, seja possível acompanhar os processos online.

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