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Autor: Rádio Gaúcha
28/08/2013 às 09:02

35% dos parlamentares federais gaúchos respondem a processos no Supremo. 28/08/2013

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Onze deputados federais e um senador do Rio Grande do Sul respondem a demandas no Supremo Tribunal Federal. Alguns são processos e outros ainda são inquéritos. Representa 35 por cento dos 31 titulares da Câmara Federal e dos três do Senado. Os dados foram obtidos pela Rádio Gaúcha através da Lei de Acesso à Informação. O STF é a corte responsável por investigar e julgar parlamentares federais. Ministros apreciam os mais variados tipos de ações dos gaúchos, como casos de homicídio, violência doméstica, desacato, lavagem de dinheiro, formação de quadrilha e uso indevido de recursos públicos. Sete das 29 demandas estão em segredo de justiça. O líder entre os demandados, é o deputado Eliseu Padilha, do PMDB, que responde a cinco inquéritos, todos em segredo de justiça. O parlamentar disse ter conhecimento de quatro demandas, três referentes à Operação Solidária da Polícia Federal, que investiga fraude em licitações, e uma da época em que foi ministro dos Transportes. O parlamentar garante ser inocente em todos.

"Esses assuntos sobrevivem, surgem de tempos em tempos, em que pese não tenha sido apurado absolutamente nada. É óbvio que não tem nada, porque já se passaram 15 ou 16 anos e não há sequer uma denúncia (sobre a demanda de quando era ministro dos transportes). Os outros, todos derivaram da Operação Solidária, em Canoas....Vou provar que são nulos", afirma Padilha.

O segundo que mais responde a demandas entre os gaúchos no STF é Assis Melo, do PC do B, com quatro inquéritos. José Stédile, do PSB, responde a dois inquéritos e é réu em uma ação penal. O deputado Alexandre Roso, também do PSB, é réu em duas ações penais e é investigado em inquérito. José Otávio Germano, do Partido Progressista, aparece com dois inquéritos, um deles em segredo de justiça, e Paulo Pimenta, do PT, consta também com duas demandas. Os deputados Alceu Moreira, do PMDB, Dionilso Marcon, do PT, Fernando Marroni, também do PT, Sérgio Moraes, do PTB, e Vilson Covatti, do Partido Progressista, e o senador Paulo Paim, do PT, constam no pólo passivo em uma demanda cada no STF. Para o secretário-geral da Associação Contas Abertas, Gil Castello Branco, o dado é preocupante.

"É importante que o STF priorize o julgamento desse tipo de ação. É bom para o povo, que votou nesses políticos, e para o próprio político, caso seja inocente", destaca Branco. 

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