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Autor: Rádio Gaúcha
24/07/2013 às 10:32

Reivindicação de varejistas será debatida no Conselhão. 24/07/2013

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O governador Tarso Genro e o secretariado percorrem cidades gaúchas a bordo de um ônibus de hoje até sábado. Em entrevista ao Gaúcha Atualidade, Tarso disse que a Caravana de Interiorização busca a aproximação com os municípios, além de apresentar obras e projetos do governo. 

"Queremos marcar presença, se possível, em todas as cidades do Rio Grande do Sul. Talvez seja difícil chegar à totalidade, mas vamos fazer o possível".

Imposto de fronteira

O governador comentou a reivindicação de lojistas gaúchos que protestaram ontem (23) em frente ao Palácio Piratini, contra a diferença de alíquota de ICMS cobrada de empresários incluídos no Sistema Simples Gaúcho. Tarso Genro disse que a demanda é justa e que vai levar a pauta para debate no Conselhão.

"A pretensão deles é respeitável e justa. Podemos levar novamente esse tema novamente pro Conselhão, onde todas as isenções são inclusive discutidas nas câmaras temáticas, como foram as últimas isenções".

O governador admitiu renegociar o passivo dos varejistas que perderam a liminar para não pagar a diferença do ICMS em compras de fora do Estado.

Reforma política

Tarso defendeu intensa mobilização política para pressionar o Congresso Nacional, afim de garantir a realização da reforma política. Para ele, uma proposta importante é a permissão de doações de campanha por pessoas físicas, e não por empresas.

"É uma proposta bastante razoável, que possa ser feito apenas por pessoa física. É preciso melhorar a relação dos partidos com a sociedade. O Congresso vai se submeter a desgaste muito grande se continuar se amorcegando".

Mais CCs

Tarso Genro falou sobre o aumento no número de funcionários em cargos de confiança no seu governo. Para ele, houve a necessidade de reforçar a equipe para garantir a melhoria dos serviços públicos e a agilidade de projetos estratégicos.

"Houve aumento em função da necessidade de equiparmos as novas secretarias. Houve aumento também porque corrigimos salários dos servidores, sejam de confiança ou do quadro. Temos apenas 1% dos nossos recursos destinados a pagamento de CCs, que trabalham sem horário, conduzindo projetos estratégicos do governo". 

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