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Autor: Rádio Gaúcha
16/01/2013 às 08:37

"Partido não é mais algo com consistência e ideologia. Partido é uma sigla", diz ex-ministro do TSE, Luiz Carlos Lopes Madeira. 16/01/2013 - 8h18

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Do PMDB, primeira sigla registrada após a abertura, ao PEN, o mais recente - mas nunca o último -, 30 são os partidos políticos em atividade no Brasil. Ter uma sigla no país é um bom negócio. Até mesmo o inexpressivo Partido Ecológico Nacional faturou mais de R$ 280 mil do fundo partidário mesmo com apenas seis meses de fundação e sem ter participado de uma única eleição. O valor é quase nada ante aos R$ 43,2 milhões recebidos pelo PT, mas muito para quem praticamente não existe.

Além dos 30 registrados, há um em processo de registro e uma dezena em processo de legalização. E vem mais por aí. Marina Silva começa a organizar seus apoiadores para a criação de uma nova sigla e até mesmo a Força Sindical prepara a sua legenda: o Partido da Solidariedade.

Em entrevista ao programa Gaúcha Atualidade, o ex-ministro do TSE e presidente do Instituto Brasileiro de Direito Eleitoral, Luis Carlos Lopes Madeira, falou sobre desse "congestionamento" de partidos políticos no país.

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