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Autor: Rádio Gaúcha
09/01/2013 às 08:48

"De alguma forma sim", diz presidente da CEEE sobre distribuição do custo da geração térmica aos consumidores. 09/01/2013 - 8h18

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Comitê de monitoramento do setor elétrico faz hoje a primeira reunião do ano. Na pauta, os baixos níveis dos reservatórios das hidrelétricas do País e o temor de racionamento. É o nível mais baixo dos últimos quatro anos. Especialistas alertam que a situação é semelhante à de 2001, quando ocorreu racionamento de energia elétrica no Brasil. O governo nega esta possibilidade. Segundo o ministro de Minas e Energia, o País conta com mais usinas térmicas para suprir a falta de energia. Edison Lobão admite que o custo de operação dessas usinas será repassado ao consumidor, mas assegura que isso não afeta a redução na tarifa da conta de luz que entrou em vigor este ano. Desde outubro, as usinas termelétricas do país produzem na capacidade máxima.

Em entrevista ao programa Gaúcha Atualidade, o presidente da CEEE, Sérgio Dias, falou sobre o efeito do momento energético do país no Rio Grande do Sul. Em relação à distribuição do custo da geração térmica aos consumidores, Dias confirmou que, de alguma forma, isso ocorrerá - "Essa geração térmica é mais elevada, então as distribuidoras terão que pagar mais caro por isso e, certamente, será diluído como custo".

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