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Autor: Rádio Gaúcha
14/01/2013 às 08:40

"Acusar a Fepam de negligência é descabido", afirma presidente do órgão. 14/01/2013 - 8h18

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A extração ilegal de areia está prejudicando o Rio Jacuí. A constatação foi feita através de reportagem da Rádio Gaúcha, que durante quatro meses visitou a região entre Porto Alegre e Rio Pardo. Neste período foram feitos 19 flagrantes de dragas retirando areia de forma irregular. Para o presidente da Associação para Pesquisa de Técnicas Ambientais, Clóvis Airton Braga, a situação é preocupante.

A atuação dessas embarcações a menos de 50 metros da margem do rio configura crime ambiental, segundo a Polícia Federal. A série de reportagens que vai ao ar hoje ao longo da programação da rádio também denuncia a negligência da Fepam, o órgão que deveria fiscalizar a ação ilegal no rio. A Fundação libera licenças operacionais sem observar o cumprimento das regras por parte das mineradoras.

Em entrevista ao programa Gaúcha Atualidade, o presidente da Fepam, Carlos Fernando Niedersberg, afirmou que acusar o órgão de negligência é descabido. 

- Falhas existem, mas este é um caso em que temos que ver a floresta toda e não apenas a árvore. O problema do Jacuí não é isolado, há necessidade da areia  para a construção civil em todo o Estado. 

Segundo ele, o centro do problema é a mineração clandestina e esse crime precisa ser fiscalizado pela Polícia Federal, Polícia Civil e Patran, pois as dragas que apareceram operando à noite nas imagens não podem ser abordadas por fiscais da Fepam - "é óbvio que são criminosos que estão operando e eles podem estar, inclusive, armados", concluiu.

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