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Autor: Rádio Gaúcha
28/11/2012 às 14:45

Economista aponta falência do modelo de administração das agências reguladoras. 28/11/2012 - 8h20

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Apesar do indiciamento de 18 pessoas na Operação Porto Seguro, deflagrada pela Polícia Federal, um nome vem causando tensão no Planalto e no PT. Rosemary Nóvoa de Noronha, ex-chefe do escritório da Presidência em São Paulo, foi impedida de prestar depoimento no Senado. O movimento faz parte de estratégia do governo com o intuito de manter o escândalo sob controle. Rose, como é conhecida, está entre os principais suspeitos de integrar uma quadrilha acusada de traficar pareceres técnicos em agências reguladoras e órgãos federais. Segundo dados da ONG Contas Abertas, a ex-assessora viajou a pelo menos 24 países no período de 2003 a 2012, e gastou R$ 58,7 mil em diárias por onde passou. Em entrevista ao programa Gaúcha Atualidade, o economista e fundador da ONG Contas Abertas, Gil Castelo Branco, disse que as viagens no Governo Dilma seguem o caminho oposto. - Agora essas viagens murcharam - disse. O economista também apontou falência do modelo de administração das agências reguladoras, dominadas por apadrinhados. - Agora ficou absolutamente comprovada essa politização das agências. As agências perderam aquela finalidade de ser um órgão isento, intermediando a relação do governo com os próprios usuários destes vários sistemas - destacou.

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